"A poesia é o eco da melodia do universo no coração dos humanos." (Rabindranath Tagore)


José Luongo da Silveira

O sono não veio,
a tarde parou,
o céu se abrumou
e o calor aumentou.

O vento passou,
animou as acácias,
as folhas soltas
acordaram
e bailam no chão.

Uma borboleta
dança no ar
sobre os lírios amarelos
e num instante pousa,
cerrando asas.

A chuva chegou,
uma gota,
outra e mais outra
descem do telhado.

Não estou em mim,
estou no vento
que se move,
na borboleta que se foi
e no som da chuva
que rega os lírios amarelos.
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Comentários em: "As primeiras chuvas de outono" (2)

  1. Carlos Eduardo Avelleda disse:

    Dr Luongo, como está ? Fui seu alunoi no Colégio XV de Novembro em São Gabriel, meu nome é Carlos Eduardo Avelleda e meus pais eram Carlos Avelleda e Regina Dóris Vaz Avelleda. Gostaria de conversar com o senhor mas não sei onde posso encontrá-lo. Meu email é avelleda@terra.com.br. Um abraço.

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